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domingo, 4 de setembro de 2011

ROXO




Resultante da mistura do azul e do vermelho, o roxo é a cor da temperança. Simboliza o equilíbrio entre o céu e a terra, os sentidos e o espírito, a paixão e a inteligência, o amor e a sabedoria.










É uma cor de apaziguamento, secreta, que representa a passagem da vida à morte. É a cor do manto de Apolo, a da roupa de Cristo martirizado durante a paixão e a das roupas litúrgicas usadas na religião cristã e no judaísmo. 





Na Roma antiga, vestir roxo era privilégio dos imperadores, dos grandes generais e dos senadores. Atualmente também significa submissão e obediência (é a cor do anel dos bispos, cuja pedra é a ametista).






A estes significados positivos ajunta-se a conotação negativa da ambigüidade da cor, que inspira tristeza e melancolia.




A violeta era considerada uma flor fúnebre: na antiguidade, Proserpina colhia violetas quando foi enviada aos infernos. Também era a cor do luto na corte francesa e aquela dos lençóis que eram colocados nos caixões durante as cerimônias mortuárias.





Se em algumas províncias francesas estas flores são consideradas maléficas, são sobretudo consideradas um símbolo da modéstia. As violetas também são usadas para a fabricação de poções mágicas na Bélgica e acredita-se que seu perfume seja capaz de conceder o dom da adivinhação.






No extremo oriente, o sétimo chacra é simbolizado pela cor roxa; esta cor é ainda o símbolo da espiritualidade e possui um significado dinâmico: cor de passagem do Yang para o Yin, da atividade para a passividade. É a cor usada nos rituais tântricos, pois estimula as glândulas sexuais femininas.



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