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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

DICK PAGE


Apaixonado por moda, arte e poesia, Dick Page resolveu trabalhar com maquiagem.  Foi em Londres, em 1987, que fez importantes encontros com fotógrafos promissores como Juergen Teller e David Sims e a estilista Melanie Ward mas sua vida realmente mudou em 1991, durante uma campanha executada para Calvin Klein, com Kate Moss, que lhe permitiu atrair a atenção da imprensa, graças à produção de uma maquiagem nude.
Dick Page construiu uma impressionante carreira internacional. Desde o início dos anos 90, ele se transformou em figura ícone dos bastidores dos desfiles. Trabalhou para Narciso Rodriguez, Marc Jacobs, Michael Kors, Helmut Lang entre outros e suas maquiagens aparecem na capa de diversas revistas famosas como W, Allure, Harper´s Bazaar.



Sua técnica é inspirada no toque leve e rápido dos pintores impressionistas e, por contraste, seu trabalho também fomenta uma visão mais gráfica e estilizada da arte dos pincéis. O que influencia seu trabalho são a história, a culinária, as culturas, as paisagens e, claro, as viagens.




Dick page maquiou diversas personalidades mas confessa sentir pouco interesse pelo mundo das purpurinas pois argumenta que prefere trabalhar com mulheres que possuam estilo próprio e uma personalidade afirmada do que com ‘aquelas que são apenas célebres’. Um de seus encontros mais inspiradores foi aquele com a cantora e atriz islandesa Bjork. Ele também trabalhou com Catherine Zeta-Joes e com Julianne Moore.

Após dez anos de trabalho na Shiseido do Japão, Dick Page se tornou diretor artístico da Shiseido em 2007. Na Shiseido ele tem a missão de trabalhar todos aspectos visuais da marca (inclusive a embalagem, a comunicação, o desenvolvimento dos produtos e a formação dos maquiadores).

Ele aconselha aos maquiadores e às clientes: 'Brinque com os produtos! É a melhor maneira de descobrir o que convém ou não para você. Em vez de gastar tempo e energia tentando camuflar as imperfeições, tente realçar o que você tem de melhor! Todas as excentricidades são permitidas em termos de maquiagem, se a cliente se sente bela e se ela carrega a maquiagem.





 "Eu não acredito em regras estabelecidas e adoro as cores, então não posso me limitar a seguir ditaduras", conclui o célebre maquiador.



TEXTO PESQUISADO por Kris Xiva

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